Plástica Ocular e Vias Lacrimais


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O responsável pelo departamento de Plástica Ocular e Vias Lacrimais do Hospital da Visão é o Dr. Eliezer Duarte.

 
 
 
 
 
 
 
 
 


A Plástica Ocular é o segmento da oftalmologia que trata de problemas relacionados com as pálpebras, vias lacrimais e órbita. Subdivide-se em duas áreas que se complementam:

Plástica Restauradora: especializada na correção do mau posicionamento das pálpebras e cílios, reconstituição cirúrgica de áreas traumatizadas, desobstrução das vias lacrimais, descompressão da órbita e ressecção de tumores do terço superior da face.

Plástica Estética: dedicada a microcirurgias para melhoramento cosmético periocular. Dentre os diversos procedimentos, destaca-se a blefaroplastia (cirurgia de pálpebras).

 
 

Lacrimejamento

É a hipersecreção de lágrimas que pode ser causada por fatores irritativos da superfície ocular – como alergias, infecções e a presença de corpos estranhos – ou por doenças intraoculares – como inflamações, erros refrativos e aumento da pressão ocular em crianças.

Epífora

É o escoamento diminuído das lágrimas que ocorre por obstruções congênitas ou adquiridos das vias lacrimais excretoras e, também, por disfunções das pálpebras, como frouxidão palpebral e o mau posicionamento dos pontos lacrimais, o que impede a lágrima de ter drenagem adequada (mais comum em idosos).

A obstrução lacrimal congênita é habitualmente percebida por volta dos 15 dias de vida, quando se inicia a maior produção de lágrimas. Ela é ocasionada, na maioria das vezes, pela persistência de uma membrana no orifício de saída do ducto nasolacrimal, na cavidade nasal. Ela costuma melhorar com o crescimento da criança, porém há casos em que isso não acontece, sendo necessária a sondagem lacrimal – procedimento cirúrgico para o rompimento da membrana.

A obstrução lacrimal adquirida é mais frequente em mulheres após os 40 anos, quando lágrimas com secreção e a constante necessidade de enxugar o rosto causam grande desconforto. O tratamento da obstrução se dá através da cirurgia, estabelecendo uma nova comunicação das vias lacrimais com a cavidade nasal. Casos não tratados podem evoluir para dacriociste, infecção que ocorre no canto medial do olho, requerendo uso de antibióticos orais ou até internação hospitalar.